Archive for the ‘Geral’ Category

Referência Rápida de HTML

| By: Jerônimo Fagundes da Silva
Thursday, November 13th, 2008

Seguindo a linha de referência rápidas para parede, iniciadas com a tabela de cores para html, hoje posto uma Referência Rápida de HTML, toda comentada.

Pode baixar aqui.

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Quem suporta o Linux?

| By: Jerônimo Fagundes da Silva
Wednesday, November 12th, 2008

Mas suporta no sentido de “dar suporte”, não “aguentar” (sem trema).

Hoje vi a notícia de que o GMail agora suporta conversas com voz e vídeo direto no navegador. Basta instalar um plugin no navegador e voilà, tudo feito. Achei o máximo.
Até que conferi pessoalmente na página do novo recurso: O bate-papo por voz e vídeo do Gmail ainda não está disponível para Linux.

Fico pensando: até quando essas grandes empresas continuarão a adiar as coisas para Linux? Há uma porção de coisas que eu realmente gostaria de usar e ainda não posso, por não ter uma versão própria para Linux (ou tem e não é muito boa). Um exemplo é o Skype para Linux, cuja tradução para pt-br contém uma penca de frases em italiano. Ou o próprio Google Talk, que não possui versão pra Linux. Ao invés disso, eles recomendam usar pidgin ou outro cliente compatível; mas aí perco o recurso de conversas por voz. Poucos são os programas que há versão decente para Linux.
Continuo usando o Linux, ainda o prefiro; não tenho Windows nem Mac instalados em casa. Os programas de fonte aberto que uso normalmente cumprem bem sua funcionalidade, pois se há algum problema, alguma boa alma vai lá e corrige. Contudo, os softwares “fechados” pra Linux - os sw das grandes empresas - ainda deixam a desejar. Não há preocupação em lançamento das 3 versões simultâneas (Windows/Mac/Linux), normalmente deixam o Linux pra depois. Se lançarem um dia.
Pelo menos drivers proprietários da NVidia eu tenho…

É em horas como essas que chega a passar um breve pensamento pela cabeça, pensamento de desistência, de voltar ao mundo Microsoft. Essas novidades sempre chegam lá…
Mas o pensamento me sai da cabeça. As vezes custa um pouco, mas sai. Não quero trocar meu Linux - que mesmo com efeitos visuais absurdamente complexos, deixa minha máquina super rápida e segura contra spyware e afins - por um Windows Vista que se arrasta ao mínimo efeito de minimizar uma janela, por ter de ficar com antivírus, antispyware e anti-não-sei-o-quê rodando constantemente.

Já dizia o sábio Madruga: Força! Força de Vontade!

E Google, pegue seu video chat e enfie no.

Fim do post revoltado :-P

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KDE 7. Digo, Windows 7.

| By: Jerônimo Fagundes da Silva
Friday, October 31st, 2008

Essa eu vi no blog do LedStyle. Se já tínhamos um Vista “MacOS X like” (mas bem like mesmo, nem se compara…), agora temos um 7 “KDE like”????? :-o

Veja os screenshots abaixo e veja do que estou falando:

Não sei se esse screenshot é oficial, mas se for, vamos ter logo algo bem previsto…

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Agora é oficial: Windows 7

| By: Jerônimo Fagundes da Silva
Tuesday, October 14th, 2008

Ontem, foi anunciado que o nome do próximo Windows será Windows 7.

Será uma alusão ao número da perfeição?
Se for, deveriam ter pulado direto do 6 pro 8.

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Tabela de cores para HTML

| By: Jerônimo Fagundes da Silva
Friday, October 10th, 2008

Muita gente tem dúvida sobre as cores em html, sobre o formato em hexa RRGGBB, e tudo mais.
Sendo assim, resolvi criar uma tabela fantástica com as cores utilizadas mais comumente em diversos sites. Nela, estão as cores, o código RGB e também o nome CSS correspondente.

Apesar de bastante simplificada, creio que será de muita utilidade. Sinta-se livre para imprimir sua própria cópia para utilizar como referência. Se quiser repassar a tabela a alguém, por favor, indique o link desse post. :-)

Chega de papo. Aí vai o link para a tabela:
HTML Color Codes Sample Sheet

Bom proveito!

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Windows Cloud: com a cabeça nas nuvens?

| By: Jerônimo Fagundes da Silva
Monday, October 6th, 2008

Hoje li uma notícia no Folha Online, Microsoft planeja Windows para rodar pela internet. Segundo a notícia, a Microsoft planeja lançar um sistema operacional baseado na internet. Confuso…

Há tempos que as pessoas falam em “sistemas operacionais via web”, mas em minha opinião isso não existe. O conceito de sistema operacional que apendi é outro. Isso me parece mais algo como… “web desktop”.
E esse Windows Cloud não traz novidade alguma. Já há alguns web desktops bem famosos por aí, como o EyeOS e o G.ho.st.

Além disso, para rodar esses supostos “sistemas operacionais via web”, precisamos de um sistema operacional (de verdade) rodando nativamente na máquina, e então um navegador, o que reforça que o sistema não passa de um web desktop.

Construir uma plataformazinha via web, tudo bem… agora, chamar de sistema operacional…
Acho melhor dar o nome certo aos bois. Coisa que eles provavelmente não farão. Sistema operacional via web é mais “marketeiro” do que web desktop.

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Porque eu não pretendo comprar um iPhone

| By: Jerônimo Fagundes da Silva
Thursday, September 25th, 2008

Bem, em primeiro lugar, porque não tenho dinheiro sobrando pra gastar em um “mimo” desses.
Mas mesmo que tivesse, pensaria duas vezes antes de comprar.

Todos ouvimos falar muito bem do iPhone 3G, de todos os recursos que tem, a interface moderna, etc etc, afinal, se é Apple, tá na moda. Mas o que muitos não estão ouvindo são as desvantagens do aparelho em relação a outros já existentes no mercado.
Recomendo ler a matéria do O Globo sobre promessas que a Apple não cumpriu para o iPhone 3G. É uma ótima análise sobre as desvantagens do aparelho.
As que mais me chamaram a atenção foram:

  • Não ter copy and paste
  • Câmera de apenas 2 megapixels
  • Não permite gravar vídeo
  • Não tem discagem por voz
  • Não manda MMS
  • Não tem um flash player
  • É caro demais, visto que não tem todos os recursos que poderia ter

Será que vale mesmo a pena comprar um iPhone 3G só porque é da Apple? Ou vale mais a pena comprar um smartphone de outra marca, com mais recursos, e preço semelhante ao do iPhone?
Eu certamente ficaria com a segunda opção. Se eu tivesse dinheiro, claro. :P

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Uma nova referência para JavaScript?

| By: Jerônimo Fagundes da Silva
Wednesday, September 24th, 2008

Não é de hoje que várias pessoas utilizam a 5ª edição do JavaScript - The Definitive Guide do David Flanagan (ed. O’Reilly) como referência principal de JavaScript. Eu mesmo utilizo.
Mas temos de concordar que o livro já está um pouco desatualizado. A 5ª versão é de agosto de 2006, ou seja, já tem mais de dois anos.

Uma editora da qual tenho comprado alguns livros é a Sitepoint. Estou gostando bastante do estilo de livro deles, e sempre achei o conteúdo muito bom. Comprei a referência de CSS deles, que é excelente; o que mais me conquistou no livro é a tabela de compatibilidade de atributos CSS por navegador, incluindo a versão. A versão online da referência pode ser vista gratuitamente aqui.
Outra referência muito boa que eles lançaram recentemente é a referência de HTML. Já comprei a minha, mas ainda não chegou pelo Correio. A versão online também conta conta com o mesmo recurso: tabela de compatibilidade por versão de navegadores, logo, creio que a versão impressa também seja assim.

Contudo, o que faz falta mesmo é uma tabela de compatibilidade de JavaScript, com navegadores e versões. Não temos isso no livro do Flanagan, infelizmente.
Mas podemos ver no site de referências da Sitepoint uma referência de JavaScript com a marca “Coming soon”. Se esta referência seguir a linha das outras duas, poderemos, quem sabe, ter a tabela de compatibilidade por propriedade/método de JavaScript, com os principais navegadores e versões. Além disso, quem sabe tenhamos também a versão impressa (e se houver, certamente comprarei).

Se isso se confirmar, será que teremos um concorrente de peso (e atualizado) para o The Definitive Guide? Resta aguardar e torcer.

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Mini-tutorial de JavaScript - Parte 2

| By: Jerônimo Fagundes da Silva
Tuesday, September 23rd, 2008

Dois objetos são extremamente importantes no JavaScript: window e document.
O objeto window premite acessar propriedades e métodos relativos à janela toda do navegador. Por exemplo, o método window.resize redimensiona a janela do navegador, se as configurações de segurança permitirem isso.
Já o objeto document é o mais utilizado. Ele corresponde ao corpo do documento HTML em questão. Cada div, tabela, célula de tabela, campo de texto, checkbox, enfim, tudo que forma seu documento é acessível pelo objeto document.

Para pegar um elemento específico de sua página, basta chamar o método getElementById do objeto document. Para isso, é necessário que o elemento que queremos pegar tenha um atributo id definido. Lembre-se que não pode haver mais de um elemento com o mesmo id na mesma página. Há alguns problemas com versões mais antigas do IE, compreenda todo o problema clicando aqui.

Então, para pegarmos, por exemplo, um campo de texto (input type=text) cujo id seja “meu_texto”, basta fazer no JavaScript:
document.getElementById(”meu_texto”)
A partie disso você pode acessar propriedades desse elemento. No caso do nosso exemplo:
document.getElementById(”meu_texto”).value - Acessa a propriedade value do elemento, tanto em leitura como escrita. Para escrita, basta colocar a expressão citada, o sinal de igual, e o novo valor entre aspas. Assim:
document.getElementById(”meu_texto”).value = “Um texto qualquer”
Para acessar o atributo disabled, podemos fazer:
document.getElementById(”meu_texto”).disabled
E assim vai.

Para uma referência completa sobre quais atributos podes acessar, quais permitem leitura e escrita, quais são apenas escrita, etc, recomendo consultar o livro JavaScript - The Definitive Guide, de David Flanagan, 5ª Edição (O’Reilly). Caso não possa ter acesso ao livro, procure referências diversas no seu buscador favorito; mas recomendo dar uma olhada na W3Schools.

Encerro aqui a parte 2 do tutorial. Quando me der na telha escrevo uma parte 3.

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Mini-tutorial de JavaScript - Parte 1

| By: Jerônimo Fagundes da Silva
Wednesday, September 17th, 2008

A partir de hoje postarei mini-tutoriais de JavaScript com dicas básicas para iniciantes na linguagem. Se você já sabe JavaScript, provavelmente não vale a pena ler. Se você não sabe nada da linguagem e está querendo aprender o básico, talvez seja um bom guia.

O que é JavaScript?

JavaScript é uma linguagem interpretada para criação de scripts de propósito geral. Contudo, é utilizada mais comumente em navegadores como linguagem para manipulação de páginas. Os tutoriais que serão postados aqui, começando por esse, vão se referir justamente à linguagem sendo executada nesse tipo de ambiente: navegadores.

JavaScript tem capacidades de Orientação a Objetos (OO), e é fracamente tipada. E principalmente: JavaScript não tem NADA a ver com a linguagem JAVA, da Sun.

Usando JavaScript em sua página

Para colocar código JavaScript em suas páginas, há basicamente duas formas:

  1. Escrever o código dentro do próprio arquivo HTML

    Não é uma opção lá muito elegante, mas é útil. Para fazer isso, basta colocar o código JavaScript desejado dentro de uma tag script. exemplo:

    <script type="text/javascript">
    window.alert("Hello World!");
    </script>

    Como se pode ver acima, é necessário especificar o tipo de script que o navegador deve interpretar com o atributo “type”, com valor igual a “text/javascript”. Antigamente, era usado também um atributo “language” com valor igual a “JavaScript”, mas esse atributo foi deprecado em favor do type pelo W3C.

  2. Escrever código em um arquivo separado e importá-lo no HTML

    Esta forma é a mais elegante. Basta escrever seu código JavaScript em um arquivo com extensão “.js”, e importá-lo no HTML assim:

    <script type="text/javascript" src="meu_codigo_javascipt.js"></script>

    Você vai encontrar por aí muitas recomendações que o código JavaScript deve ser importado/escrito no início da página, dentro da tag HEAD. Contudo, aconselho o oposto: colocar todo o código (se possível) no fim da página. Esse meu conselho não é infundado, pois é o que aconselha o guia de boas práticas para melhoria de performance de páginas web escrito pelo Yahoo!.

Escrevendo o Hello World em JavaScript

Para colocar algum código a rodar, vamos fazer um Hello World. O exemplo dado acima é um bom código para isso:

window.alert("Hello World!");

Aqui, podemos ver um importante objeto, o “window”. O objeto window refere-se à janela do navegador na qual o script está sendo executado. Então, chamamos o método “alert”, um método do objeto window que serve para mostrar uma popup na tela com uma mensagem e um botão de “Ok”. O parâmetro é a mesagem que a janela deve exibir.

Para ver esse código rodando, clique aqui.

Encerro aqui a parte 1 do mini-tutorial de JavaScript. Em breve posto a parte 2.

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